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UNESCO HIV and Health Education Clearinghouse

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  1. Drogas nas escolas: versão resumida

    A presente edição foi especialmente preparada para atender as escolas brasileiras. Trata-se da versão resumida do livro Drogas nas Escolas, de Mary Castro e Miriam Abramovay lançado em 2002 com grande repercussão na imprensa. A pesquisa que deu origem a esse livro procurou privilegiar a visão de mundo dos alunos, do corpo técnico-pedagógico das escolas e dos pais, sobre o consumo de drogas e temas correlatos. O estudo envolveu crianças e jovens do ensino fundamental e médio de 14 capitais brasileiras. …

  2. Diversity in school

    Diversity in School offers training on gender, sexuality, and ethnic (race) relations for teaching professionals. The resource, originally delivered in Brazil, was the result of a partnership between the Brazilian Government’s Special Secretariat for Policies on Women, the Special Secretariat for the Promotion of Policies on Racial Equality (SEPPIR/PR), the Brazilian Ministry of Education, the British Council and the Latin American Centre on Sexuality and Human Rights. Diversity in School was successfully piloted in six cities in Brazil in 2006, involving 1,200 teachers. …

  3. The global HIV epidemics among sex workers

    Since the beginning of the epidemic sex workers have experienced a heightened burden of HIV across settings, despite their higher levels of HIV protective behaviors (UNAIDS, 2009). By gaining a deeper understanding of the epidemiologic and broader policy and social context within which sex work is set one begins to quickly gain a sense of the complex backdrop for increased risk to HIV among sex workers. …

  4. Embrace diversity in school: say no to HIV-related stigma and other forms of discrimination

    What are the challenges an HIV positive student is facing at school? What other forms of prejudice and associated intolerance a student may be encountering? This 4-minute video produced by UNESCO, and supported by UNAIDS, gathers testimonies of young people who suffered from bullying and discrimination in the school environment because of who they are. Bringing into light the real life experiences of HIV-positive, gay, lesbian, overweight and pregnant students helps break the silence often surrounding these issues. …

  5. Vídeo conta Homofobia do Ministério da Educação

    Vídeo para discutir nas escolas o tema Homofobia.

  6. Homofobia e heterossexismo nas escolas: discussao da produçao cientifica no Brasil e no mundo

    A discussão acerca do papel da escola no que diz respeito à sexualidade de seus alunos tem sido objeto de debate crescente nas últimas décadas. O caráter normatizador das instituições escolares tem sido apontado por estudiosos do campo de estudos do gênero e sexualidade, tanto no Brasil como em outros países, onde tem sido ressaltada a produção de masculinidades e feminilidades não-transgressivas dos catálogos identitários reconhecidos socialmente. …

  7. Diversidade sexual na educação: problematizações sobre a homofobia nas escolas

    Este volume, o no. 32 da Coleção, propõe uma série consistente e articulada de reflexões sobre a produção e a reprodução da homofobia na educação, especialmente no contexto da escola e nos espaços ligados a ela. Rigorosa e minuciosamente examinada a partir dos instrumentos fornecidos pelas ciências sociais e humanas, a homofobia (compreendidas também a lesbofobia, a transfobia e a bifobia) evidencia-se como um grave problema social cujo enfrentamento não pode ser mais adiado. O espaço escolar aparece aqui como uma poderosa instância de reprodução das lógicas homofóbicas. …

  8. Práticas educativas e prevenção de HIV/Aids: lições aprendidas e desafios atuais

    A prevenção tem sido uma questão crucial para os programas de controle da Aids. Os enormes progressos doá conhecimento e da técnica nesse campo não chegaram a alterar substantivamente os determinantes fundamentais da infecção e adoecimento de significativos contingentes populacionais. Neste ensaio busca-se sistematizar as lições que aprendemos no campo da prevenção nessas duas décadas de epidemia, tomando como base, em especial, a experiência brasileira. …

  9. Diretrizes para o fortalecimento das ações de adesao ao tratamento para pessoas que vivem com HIV e aids

    O Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de DST e Aids, apresenta às organizações governamentais e da sociedade civil, que desenvolvem ações em HIV e Aids, as Diretrizes Nacionais para Fortalecer as Ações de Adesão para as pessoas que vivem com HIV ou aids (PVHA). Essas diretrizes têm a intenção de afirmar a importância da adesão ao tratamento, compreendida na sua maior amplitude conceitual, e recomendar ações que proporcionem melhoria na qualidade de vida de quem vive com HIV ou aids. …

  10. Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de AIDS e das DST entre Gays, HSH e Travestis

    O Ministério da Saúde, em parceria com o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (CONASS) e o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS), apresenta às instituições que atuam no campo da promoção da saúde, dos direitos humanos, dos direitos sexuais e reprodutivos o Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e DST entre Gays, outros Homens que fazem Sexo com Homens (HSH) e Travestis. …

  11. Direitos Humanos e HIV/AIDS: Avanços e perspectivas para o enfrentamento da epidemia no Brasil

    Não é possível dissociar direitos humanos do enfrentamento das DST/HIV/aids. O processo de reconhecimento do direito ao acesso universal a prevenção, diagnóstico e tratamento constitui importante bandeira de direitos humanos desde o inicio da epidemia. Afirmar a dignidade do ser humano é o que traz sentido para, por exemplo, a discussão sobre a função social da propriedade intelectual frente o direito à saúde. Além da disponibilização de preservativos e medicamentos anti-retrovirais, trata-se de uma luta constante contra as desigualdades sociais. …

  12. Raças e Etnias

    O propósito da série Adolescentes e Jovens para a Educação entre Pares, do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), não é ser apenas mais um conjunto de fascículos, e sim trazer provocações e aprofundar o conhecimento que os(as) adolescentes e jovens têm a respeito de temas presentes em toda a sociedade, e que, muitas vezes, são tratados de maneira equivocada ou com preconceitos. Ao mesmo tempo, deseja orientar o trabalho por meio de oficinas, debates e leituras. Pretende, também, provocar reflexões e instigar o diálogo sobre as temáticas do SPE dentro das escolas brasileiras. …

  13. Guia para o Cuidador Domiciliar de Pessoas que Vivem com HIV/Aids

    Tendo-se em vista a importância da assistência integral às pessoas vivendo com HIV/aids, o respeito aos seus direitos e a sua dignidade, bem como das ações de prevenção e do amplo acesso ao tratamento para o prolongamento da expectativa e da qualidade de vida das pessoas vivendo com o HIV/Aids, o presente Guia pretende esclarecer, de modo simples e ilustrativo, as situações mais comuns com as quais se deparam os cuidadores domiciliares de pessoas que necessitam de atenção especial. …

  14. Trabalhando com Mulheres e Aids: cartilha de orientação para multiplicadores

    Produzida no âmbito do projeto Reprodução de Vídeos Educativos/Informativos (Projeto 914/BRA/59 - Unesco), com o apoio do departamento de DST, Aids e hepatites Virais do Ministério da Saúde do Brasil, a cartilha, destinada especialmente aos profissionais da saúde e da assistêncai social, tem como objetivo apoiar as atividades de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e Aids junto a mulheres, jovens e adolescentes atendidas pelos serviços de saúde e de assistência social, bem como a difusão das informações sovre sua saúde e seus direitos sexuais e reprodutivos, pilares da cidadania das …

  15. Tendências da epidemia de AIDS entre subgrupos sob maior risco no Brasil, 1980-2004

    O presente trabalho tem por objetivo apresentar as tendências da epidemia de AIDS em grupos populacionais sob maior risco no Brasil no período de 1980-2004. Entre os anos de 1980 e 1988, os casos homossexuais ou bissexuais masculinos correspondiam à maioria. Posteriormente, há um decréscimo importante no papel desempenhado pelos HSH e ocorre um acréscimo nas outras categorias de exposição. Neste sentido, a análise da dinâmica da epidemia de AIDS no Brasil mostra a importância dos grupos HSH e UDI masculinos enquanto grupos de risco diferenciado.

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