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UNESCO HIV and Health Education Clearinghouse

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  1. Recomendações para a atenção integral a adolescentes e jovens vivendo com HIV/Aids

    A epidemia de aids entre adolescentes e jovens, ao longo dos últimos 30 anos, mantém-se como um desafio para os profissionais de saúde, tanto no campo da prevençăo de novos casos, como no campo do tratamento, especialmente em funçăo da tendęncia ao aumento da prevalęncia da infecçăo pelo HIV na populaçăo jovem. …

  2. Access to safe abortion: building choices for women living with HIV and AIDS

    In many areas of the world where HIV prevalence is high, rates of unintended pregnancy and unsafe abortion have also been shown to be high. Of all pregnancies worldwide in 2008, 41% were reported as unintended or unplanned, and approximately 50% of these ended in abortion. …

  3. Manual clínico de alimentação e nutrição na assistência a adultos infectados pelo HIV

    O presente documento, elaborado pelo Programa Nacional de DST e Aids e Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, contou com a colaboração de profissionais da área de Nutrição e HIV/Aids de serviços e redes de apoio do país. O objetivo é trazer informação aos profissionais de saúde do Sistema Único de Saúde, envolvidos no aconselhamento e tratamento das pessoas vivendo com HIV e aids (PVHA). O objetivo deste material é servir de base na avaliação e aconselhamento nutricional. …

  4. Rotinas de Assistência Domiciliar Terapêutica (ADT) em HIV/AIDS

    A Assistência Domiciliar Terapêutica em Aids (ADT), implantada em 1995 no Brasil, constitui-se em uma modalidade assistencial com o objetivo de prestar atendimento multidisciplinar diferenciado, em nível domiciliar, às pessoas que vivem com HIV/AIDS. Contando com uma equipe formada por médico, enfermeira, assistente social e psicólogo, visa proporcionar ao paciente e sua família uma assistência integral, uma melhor qualidade de vida e uma redução no índice de demanda e ocupação dos leitos hospitalares. …

  5. Manual de rotinas para assistência de adolescentes vivendo com HIV/Aids

    Adolescentes e jovens estão sendo infectados e afetados pelo HIV mais do que qualquer outro grupo populacional. As características sócio-demográficas e culturais dos adolescentes e jovens vivendo com HIV/aids mostram a necessidade de se implementar ações de intervenção preventiva e clínica de qualidade que contemple as necessidades desse grupo populacional de forma mais efetiva, integral e participativa. …

  6. Práticas educativas e prevenção de HIV/Aids: lições aprendidas e desafios atuais

    A prevenção tem sido uma questão crucial para os programas de controle da Aids. Os enormes progressos doá conhecimento e da técnica nesse campo não chegaram a alterar substantivamente os determinantes fundamentais da infecção e adoecimento de significativos contingentes populacionais. Neste ensaio busca-se sistematizar as lições que aprendemos no campo da prevenção nessas duas décadas de epidemia, tomando como base, em especial, a experiência brasileira. …

  7. Diretrizes para o fortalecimento das ações de adesao ao tratamento para pessoas que vivem com HIV e aids

    O Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de DST e Aids, apresenta às organizações governamentais e da sociedade civil, que desenvolvem ações em HIV e Aids, as Diretrizes Nacionais para Fortalecer as Ações de Adesão para as pessoas que vivem com HIV ou aids (PVHA). Essas diretrizes têm a intenção de afirmar a importância da adesão ao tratamento, compreendida na sua maior amplitude conceitual, e recomendar ações que proporcionem melhoria na qualidade de vida de quem vive com HIV ou aids. …

  8. Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de AIDS e das DST entre Gays, HSH e Travestis

    O Ministério da Saúde, em parceria com o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (CONASS) e o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS), apresenta às instituições que atuam no campo da promoção da saúde, dos direitos humanos, dos direitos sexuais e reprodutivos o Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e DST entre Gays, outros Homens que fazem Sexo com Homens (HSH) e Travestis. …

  9. Qualiaids : avaliação e monitoramento da qualidade da assistência ambulatorial em aids no SUS

    Desde o inicio da epidemia de aids, o Brasil expandiu expressivamente o número de serviços de atenção às pessoas que vivem com HIV/aids (PVHA). Hoje, em todo o país, mais de 600 serviços do SUS prestam assistência ambulatorial às PVHA. Esses serviços possuem diferentes configurações institucionais: são ambulatórios gerais ou de especialidades, ambulatórios de hospitais, unidades básicas de saúde, postos de saúde, policlínicas e serviços de assistência especializados em DST/HIV/aids (SAE). …

  10. Direitos Humanos e HIV/AIDS: Avanços e perspectivas para o enfrentamento da epidemia no Brasil

    Não é possível dissociar direitos humanos do enfrentamento das DST/HIV/aids. O processo de reconhecimento do direito ao acesso universal a prevenção, diagnóstico e tratamento constitui importante bandeira de direitos humanos desde o inicio da epidemia. Afirmar a dignidade do ser humano é o que traz sentido para, por exemplo, a discussão sobre a função social da propriedade intelectual frente o direito à saúde. Além da disponibilização de preservativos e medicamentos anti-retrovirais, trata-se de uma luta constante contra as desigualdades sociais. …

  11. Manual de adesão ao tratamento para pessoas vivendo com HIV e aids

    Com tiragem inicial de 10 mil exemplares, o Manual de Adesão ao Tratamento para pessoas vivendo com HIV e Aids material será distribuído para as os serviços e ONG que prestam assistência a pessoas vivendo com HIV/aids. A proposta é que esta publicação seja usada por profissionais que trabalham com este tema, com o objetivo de que as atividades em adesão extrapolem a compreensão focada apenas nos medicamentos e ampliem suas ações - de forma compartilhada com os usuários - para fora dos espaços tradicionalmente utilizados. …

  12. Recomendações para Terapia Antirretroviral em crianças e adolescentes infectados pelo HIV - Suplemento 1

    Em 2009, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde publicou a nova edição das Recomendações para Terapia Antirretroviral em Crianças e Adolescentes Infectados pelo HIV com atualizações do manejo clínico dessa população, introduzindo novos capítulos com temas relevantes para a assistência, entre eles: cuidado integral, abordagem da adesão à terapia antirretroviral, revelação diagnóstica e o adolescente vivendo com HIV/aids. …

  13. Recomendações para Terapia Antirretroviral em Crianças e Adolescentes Infectados pelo HIV

    A partir de 1994, o Programa Nacional de DST e Aids passou a publicar o Guia de Tratamento Clínico da Infecção pelo HIV em Crianças, com as informações mais importantes sobre os avanços ocorridos nas orientações para o tratamento e acompanhamento das crianças infectadas e expostas ao HIV. Esse Consenso, revisto periodicamente pelo Comitê Assessor para Terapia Antirretroviral em Crianças Infectadas pelo HIV, tem incluído novos temas cada vez mais abrangentes, com o intuito de tornar-se uma referência para os profissionais que têm dificuldade de acesso a outras referências técnicas. …

  14. Guia para o Cuidador Domiciliar de Pessoas que Vivem com HIV/Aids

    Tendo-se em vista a importância da assistência integral às pessoas vivendo com HIV/aids, o respeito aos seus direitos e a sua dignidade, bem como das ações de prevenção e do amplo acesso ao tratamento para o prolongamento da expectativa e da qualidade de vida das pessoas vivendo com o HIV/Aids, o presente Guia pretende esclarecer, de modo simples e ilustrativo, as situações mais comuns com as quais se deparam os cuidadores domiciliares de pessoas que necessitam de atenção especial. …

  15. Tendências da epidemia de AIDS entre subgrupos sob maior risco no Brasil, 1980-2004

    O presente trabalho tem por objetivo apresentar as tendências da epidemia de AIDS em grupos populacionais sob maior risco no Brasil no período de 1980-2004. Entre os anos de 1980 e 1988, os casos homossexuais ou bissexuais masculinos correspondiam à maioria. Posteriormente, há um decréscimo importante no papel desempenhado pelos HSH e ocorre um acréscimo nas outras categorias de exposição. Neste sentido, a análise da dinâmica da epidemia de AIDS no Brasil mostra a importância dos grupos HSH e UDI masculinos enquanto grupos de risco diferenciado.

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